BrazilJS: confira o depoimento de quem foi e adorou


A equipe da KingHost conferiu as palestras do BrazilJS, que aconteceu nos dias 30 e 31 de agosto, em Porto Alegre. Confira aqui o depoimento do pessoal que foi e adorou!

equipe da KingHost

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Colaborador: Leonardo Souza, Analista de Desenvolvimento da KingHost

Próximos anos da jQuery, por Richard D. Worth

O palestrante era muito simpático e ganhou o público de cara. Richard falou sobre o crescimento exponencial da biblioteca jQuery, cada vez mais usada por desenvolvedores javascript. Ele pede para o pessoal apoiar o projeto através do e-mail [email protected]

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Mobile HTML5, por Maximiliano Firtman

Foi a melhor palestra do dia! Firtman falou sobre a complexidade de desenvolvimento de websites mobile e aplicativos nativo, dado o grande número de dispositivos com características próprias, como tamanho da tela, resolução ou formato da tela.

Ele também falou de várias particulares interessantes como:

– limitações ao lidar com browsers baseados em proxy;

– qual a melhor solução: Website ou aplicativo nativo;

– ensinou técnicas para debugar javascript, html e css em browsers mobile;

– a preocupação com o carregamento de arquivos javascripts desnecessários na memória de dispositivos mobile.

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Colaborador: Anderson Fraga, Desenvolvedor da KingHost

Embora na sexta-feira a grande expectativa ficasse por conta do keynote de Brendan Eich, ao final do dia as palestras da manhã foram uma das grandes sensações do evento.

Cerca de 9h15min, Davidson Fellipe, desenvolvedor front-end da Globo.com, envolvido em projetos como a Futpedia, abordou, em “Alta Performance em Aplicações JavaScript”, diversas questões relacionadas a performance na renderização de layouts.

Alguns dados apurados por grandes sites foram abordados, tais como o decréscimo de quase 20% na audiência de acessos do Google ao ter seu site até 500ms mais lento no acesso, ou a baixa de 1% nas vendas feitas na Amazon ao ter um carregamento de página aumentado em cerca de 100ms.

Uma importante nota foi quanto ao paradigma de “quanto mais hardware, mais rápido será”. Davidson demonstrou que essa premissa já não é mais tão válida, devido à quantidade significativa de diferentes hardwares que consomem aplicações web, como computadores pessoais, notebooks, netbooks, tablets e smartphones.

Outros cuidados abordados ficam por conta de não ter implementações javascript de modo bloqueante (que a não execução de um determinado código não interfira no carregamento da página html/css padrão), que seja observado sempre a ordem em que diversos arquivos javascripts serão carregados e, se possível, minifique esses arquivos em um único, evitando o excesso de conexões.

As diferenças entre “repaint” (questões visuais que não envolvem posicionamentos) e “reflow” (questões visuais que envolvem posicionamentos e, devido a isso, são influenciados pelo tamanho dos dispositivos que acessam a aplicação); a necessidade (ou não) de usar gadgets de redes sociais em uma página web (caixa do “like” do Facebook, “compartilhar” do Twitter, entre outros), e até sobre cuidados para evitar um excessivo consumo de energia, evitando processamento e carregamento de dados desnecessários (http://www2012.org/proceedings/proceedings/p41.pdf).

Ao final, foram mostradas algumas ferramentas para validações, benchmarks de páginas e testes.

Os slides da palestra foram disponibilizados aqui.

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Cerca de uma hora depois, sobe ao palco Zeno Rocha, com a palestra intitulada “Como não virar um Zumbi: Kit de sobrevivência”, o engenheiro de Front-end da Liferay, Zeno, mostrou uma verdadeira caixa de ferramentas que todo desenvolvedor web precisa conhecer.

O começo da palestra foi focado em explicar a todos os porquês de não se conter em aprender uma única biblioteca de javascript, mas sim, a linguagem e todas as suas ferramentas, para não virar um “zumbi” de uma única ferramenta.

Em uma palestra muito prática e divertida, Zeno mostrou ferramentas para iniciar novos projetos (os chamados boilerplates), pré-processadores de HTML (Haml, Markdown e Jade), CSS (Less, Sass), JavaScript (CoffeeScript e Dart), ferramentas “devtools” (Firebug), editores, testes (Jasmine, QUnit e ZombieJs) e, no final, ferramentas ainda em desenvolvimento de “build tools”.

Uma das partes mais engraçadas da manhã ficou por conta das demonstrações de padrões um tanto estranhos do javascript.

Ao final, uma surpresa: Maujor, conhecido como o “Dinossauro do CSS”, subiu ao palco, em uma espécie de encontro de gerações. Ali, ele comentou sobre como iniciou no desenvolvimento de aplicações web e deu dicas a quem quer começar na área.

Os slides da palestra estão disponíveis aqui.

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Na última palestra da manhã de sexta-feira, houve uma mudança. Fat, engenheiro de desenvolvimento do Twitter, com problemas no visto, não conseguiu embarcar para o Brasil. Após um vídeo muito engraçado enviado por ele, pedindo desculpas, subiu ao palco Bernand de Luna, diretor criativo da Melt, para apresentar “Estilizando folhas de estilo com Estilo”.

Em uma palestra bastante engraçada, contando com diversas paródias e piadas, levando todos os presentes às gargalhadas, Bernand falou sobre diversas maneiras de criar um código CSS mais conciso, leve, rápido e responsivo. Ele abordou diversos erros que normalmente desenvolvedores cometem ao escrever um código de estilo CSS, inclusive com frases de efeito como “Desenvolvedores não sabem CSS. Nem Deus sabe CSS”.

Outro foco da palestra foi em três “premissas” de uma boa implementação CSS: performance, modularização e mágica. Na parte de performance, os cuidados em utilizar seletores universais e novos seletores do CSS 3, pois ainda não tem implementações otimizadas nos browsers atuais; para modularização, Bernand deu dicas sobre como separar, de forma coerente, o código CSS; e, ao final, sobre fazer mágica, a dica principal foi: experimente, invente, crie.

Ao final, Bernand de Luna mostrou dois exemplos referentes a fazer “mágica”: uma caricatura do Homer Simpson e um rádio antigo de carro, ambos criados apenas com CSS e JavaScript.

Os slides da palestra estão disponíveis aqui, assim como os diversos exemplos de criações artísticas feitas apenas com CSS e JavaScript.

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