{"id":10532,"date":"2016-11-10T12:21:51","date_gmt":"2016-11-10T14:21:51","guid":{"rendered":"https:\/\/king.host\/blog\/?p=10532"},"modified":"2024-06-04T07:13:19","modified_gmt":"2024-06-04T10:13:19","slug":"neuromarketing","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/king.host\/blog\/solucoes-marketing\/neuromarketing\/","title":{"rendered":"Neuromarketing por Fernando Kimura no RD Summit 2016"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">Quando selecionei as palestras que pretendia assistir durante o RD Summit 2016, estava muito focada na ideia de atender somente \u00e0quelas que tinham alguma rela\u00e7\u00e3o direta com o meu trabalho hoje: Adwords e SEO. Apesar disso, uma com tem\u00e1tica diferente me chamou a aten\u00e7\u00e3o, pois falava em Neuromarketing e esse assunto tem me interessado cada vez mais. O Fernando Kimura falaria sobre Neuromarketing: compreendendo o inconsciente do consumo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Confesso que eu tinha uma ideia um pouco diferente do conte\u00fado que seria abordado, mas me surpreendi quando ele trouxe alguns pontos nos quais eu nunca havia parado para pensar. Claro que ele falou sobre mem\u00f3ria e o que nos motiva, como quando ele lembrou da campanha da Parmalat de trocar c\u00f3digos de barra por bichinhos de pel\u00facia. Quem n\u00e3o tinha uma cole\u00e7\u00e3o em casa? Isso sem falar na cl\u00e1ssica frase \u201cn\u00e3o \u00e9 uma Brastemp\u201d, at\u00e9 quem n\u00e3o assistiu ao comercial utiliza essa express\u00e3o quando algo n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o bom assim. Mas divertido mesmo foi quando toda a plateia cantou a m\u00fasica do Big Mac sem errar uma \u00fanica palavra. E ele tem raz\u00e3o, qual a relev\u00e2ncia de sabermos os ingredientes do hamb\u00farguer? N\u00e3o faz sentido, mas j\u00e1 faz parte das nossas lembran\u00e7as publicit\u00e1rias mais evidentes.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Me surpreendeu mesmo quando ele descreveu a relev\u00e2ncia de artistas brasileiros populares e o quanto isto est\u00e1 desalinhado com o que n\u00f3s pregamos. Poucos gostam ou admitem gostar de Valesca Popozuda, MC Guim\u00ea e Wesley Safad\u00e3o, mas s\u00e3o eles que est\u00e3o ostentando e gerando empregos durante a crise. Como ele mesmo disse: \u201c99% \u00e9 anjo perfeito e aquele 1% \u00e9 vagabundo\u201d. Eu confesso que conhecia essa frase, mas n\u00e3o sabia de quem era. S\u00f3 que isso realmente n\u00e3o importa, o importante \u00e9 enxergarmos estas pessoas sem subestim\u00e1-las, pois a\u00ed existe um p\u00fablico e ele precisa ser visto e melhor atendido. Ou seja, segundo ele, o Marketing deve&nbsp;quebrar os preconceitos e alterar o padr\u00e3o. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Eu, por exemplo, achei p\u00e9ssima a apari\u00e7\u00e3o da Lady Gaga em um evento com um vestido feito de carne crua e foi quando ele mencionou esta situa\u00e7\u00e3o que eu percebi o qu\u00e3o marcante ela de fato foi. Geralmente algo assim \u00e9 muito&nbsp;mais marcante do que aquele vestido de gala de um estilista renomado que custa uma verdadeira fortuna. E esse \u00e9 o desafio do Marketing, o desafio do Neuromarketing, identificar o que \u00e9 o padr\u00e3o e o que chama aten\u00e7\u00e3o. Entender o quanto voc\u00ea \u00e9 marcante para o seu consumidor. Afinal, o valor n\u00e3o est\u00e1 ligado ao pre\u00e7o e sim ao que vale o produto no momento em que o consumidor o est\u00e1 buscando e o aspecto cultural em que est\u00e1 inserido. Isso se relaciona com a teoria de como as mem\u00f3rias funcionam e elas s\u00e3o criadas de duas formas: emo\u00e7\u00e3o e repeti\u00e7\u00e3o. Emo\u00e7\u00e3o foi o apelo usado pela Parmalat, por exemplo. E \u00e9 isso que vai dar valor ao produto diante do consumidor.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A base de tudo \u00e9 levar em conta que as duas m\u00e1ximas que chamam aten\u00e7\u00e3o do nosso c\u00e9rebro s\u00e3o desejo e avers\u00e3o. Ele busca padr\u00f5es pr\u00e9-determinados e \u00e9 isso que explica porque tendemos a fazer sempre as mesmas coisas. \u00c9 necess\u00e1rio inverter esse padr\u00e3o. \u00c9 claro que grande parte das vezes esses s\u00e3o sentimentos desalinhados com o posicionamento da marca, mas existe um equil\u00edbrio que pode ser encontrado e aproveitado. Todos os sentimentos vendem, n\u00e3o somente a felicidade. A inveja, por exemplo, \u00e9 um sentimento que, segundo o Fernando, vende muito bem e que deveria, inclusive, ser um \u00edndice econ\u00f4mico. Ele ilustrou com um comercial das tesouras Mickey e Minie, da Mundial, onde o menino dizia repetidas vezes \u201ceu tenho, voc\u00ea n\u00e3o tem\u201d. Deixando clara a import\u00e2ncia desse sentimento no processo de compra. Em resumo, o Fernando levanta diversos sentimentos que provocam o consumo e a relev\u00e2ncia de as marcas fazerem uso disso na sua comunica\u00e7\u00e3o de forma eficaz.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando selecionei as palestras que pretendia assistir durante o RD Summit 2016, estava muito focada na ideia de atender somente \u00e0quelas que tinham alguma rela\u00e7\u00e3o direta com o meu trabalho hoje: Adwords e SEO. 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