Confira alguns dos temas abordados no EmmBrasil 2012


Como encarar a tal da classe C?

André Torretta / A Ponte Estratégia

O comércio eletrônico faturou R$ 10,2 bilhões no primeiro semestre deste ano. Em comparação com o mesmo período do ano passado, o aumento foi de 21%, segundo dados da e-bit. A entrada da classe C no e-commerce foi um dos principais influenciadores do resultado.

A nova classe média já é maioria no Brasil. Os dados mostram que hoje ela corresponde a 54% da população e se tornou a maior classe econômica do país. Hoje, a classe C tem 170 milhões de pessoas. A classe A e B, 20 milhões. Então, quem são estes 170 milhões de pessoas que são tratadas apenas como números rentáveis para as empresas? É preciso pensar além do estereótipo. Esta é mais uma das muitas pesquisas que transformam a classe C em números. Mas como esses números influenciam o comportamento das pessoas?

Por cima, é uma grande parte da população que cresceu economicamente e que agora está sendo bombardeada por estratégias de marketing que não valorizam a mudança sociológica que está acontecendo no país, mas apenas olham os dados.

Mas a incipiente classe C brasileira, que tanto ocupou colunas com dicas de abordagem para vendedores, não é tão conhecida quanto parece. “A classe C não é um nicho, a classe C é o Brasil”. É o que afirma André Torretta, diretor geral de A Ponte Estratégia.

Se o mercado consumidor muda, as empresas precisam reformular as estratégias. É preciso conhecer o seu público. De acordo com Torretta, ser brasileiro está virando moda. Esta classe emergente seria o brasileiro na sua essência: aquele que ascendeu das piores condições e conseguiu seu espaço como membro ainda mais ativo. E o principal: este público está aprendendo a consumir.

Para ele, é preciso “entender o que vai acontecer nos próximos dez anos no comportamento do povo brasileiro”. As empresas precisam se questionar, então, quem é o novo brasileiro que se tornou o alvo de vendas. Esta transformação atinge âmbitos tanto sociais quando geográficos. Os donos de comércio eletrônico começaram a investir em Estados que antes eram pouco valorizados, ao invés de manterem-se apenas nas classes A e B do Rio e São Paulo.

Ao mesmo tempo em que essa classe se desenvolve em meio a problemas relacionados com educação, por exemplo, ela tem a seu favor o bom crescimento econômico, que acaba originando uma outra identidade, presente na internet, estudando e consumindo produtos que antes eram restritos.

É para esse público que é preciso redesenhar as estratégias. Pesquisas com o público alvo são essenciais para haver uma ação de troca. Pensar apenas na venda é impossível. O público precisa sentir-se atingido positivamente e, mais do que isso, quer saber que está sendo reconhecido como classe vigente.

Fonte: E-Commerce News

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Mobile: cuide do seu e-mail marketing

Ricardo Longo / Grubo.Mobi

Ricardo Longo, diretor geral da GingerTips, empresa do Grubo.Mobi, disse que o “mobile não é uma tendência, é uma era”, portanto, não é mais possível falar em nichos. O mobile seria, seguindo a lógica de McLuhan, a extensão da vida do homem. Em palestra para o EMMBrasil 2012, Longo afirmou que somos quase biônicos. Confira aqui o post completo.

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Monitoramento de redes: sua empresa diante do mercado

Paulo Milreu / Dinamize

Paulo Milreu, Diretor de Social Media Marketing da Dinamize, apresentou no EMMBrasil 2012, a palestra Social Media: redes, monitoramento, social CRM e aplicações. Entre os principais pontos, estão a necessidade de manter um entendimento do seu público e compreensão do que ele procura e se comporta e a constante necessidade em avaliar a reputação da empresa nas redes sociais. Confira aqui o post completo.

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Os 7 pecados do e-mail marketing

Rodrigo de Almeida / Dinamize

O envio de e-mail marketing sempre é aproveitável, por mais que envolva o descadastro de algumas pessoas. Mesmo sendo inevitável, sempre haverá um retorno positivo que irá acrescentar para a estratégia comercial da empresa. Em palestra realizada no EMM Brasil 2012, nesta terça-feira em Porto Alegre, Almeida apresentou “Os Sete Pecados Capitais da Entregabilidade” e mostrou o que não pode ser feito no uso da ferramenta. Confira o post completo aqui.

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