Comércio eletrônico: Brasil está entre os países com maior número de crimes digitais


Ao passo em que o Brasil decola no e-commerce, também cresce o número de lojas virtuais fraudulentas que pegam carona na onda. A popularização do comércio online fez com que os usuários comprassem sem antes avaliar o local da compra, como geralmente é feito nas lojas físicas. 

Fonte: Tecmundoecommercenews, TI Inside.

O Brasil vem ganhando destaque no cenário mundial por causa do aumento dos ataques de phishing, páginas falsas de bancos e sites de comércio eletrônico usadas para tentar obter dados e senhas de contas correntes de usuários na internet. Segundo relatório da RSA, divisão de segurança da EMC, o país está entre as oito nações com mais empresas que foram vítimas de crimes digitais.

No total, 291 empresas foram atacadas em janeiro, o que representa um crescimento de 13% sobre o mês anterior. Os principais alvos de cibercriminosos foram os Estados Unidos e Reino Unido, com 30% e 11% dos ataques, respectivamente. Na terceira colocação aparecem empatados Índia, Austrália, Canadá e França, cada um com 4%. O Brasil ocupou o quarto lugar junto com a Itália, com 3% do total.

De acordo com o levantamento, em janeiro, a RSA detectou 30.151 ataques ao redor do mundo, registrando crescimento de 2% em relação ao volume de dezembro. Em 2012, foi constatado elevação de 59% no total de ataques de phishing no mundo em relação do ano passado. Isso resultou num prejuízo de US$ 1,5 bilhão para a economia mundial, perda 22% maior na comparação com 2011. O Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, Brasil e África do Sul, respectivamente, foram os países que tiveram empresas mais atacadas no ano.

A FControl, empresa do Buscapé Company que atua no controle de risco e prevenção de fraudes para qualquer venda não-presencial, com maior foco no comércio eletrônico, divulgou no início do mês dados sobre fraudes no e-commerce brasileiro em 2012. Ao longo do ano passado, a FControl identificou e bloqueou mais de R$ 150 milhões em transações que representavam crimes virtuais nacionais em lojas virtuais fraudulentas.

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