Sobre nossas queens


Neste Dia das Mulheres, pensamos em algumas colaboradoras inspiradoras da KingHost e em apresentar seus perfis interessantes aqui no Blog. Durante a semana compartilhamos em nossas redes alguns nomes como Bel Pesce e Juliana Manzini, mas queremos que vocês também conheçam um pouquinho das mulheres que nos representam aqui na empresa.

Falamos com elas para entender um pouco sobre seus sonhos, projetos pessoais, profissionais, e obstáculos encontrados durante suas várias jornadas:

 

A Jacqueline trabalha no setor de cobrança, mas se você está imaginando uma mulher sisuda que só veste roupas de tons neutros, pode esquecer! Ela entrou na KingHost depois de já ter tido algumas experiências com o trabalho de cobrança em outras organizações. Nas horas vagas, a Jacqueline percebeu que a moda, que já fazia parte do seu gosto ainda quando criança, poderia se tornar algo ainda mais importante em sua vida. É através de um blog com foco em moda plus size que a moda aflora como uma nova atividade no dia a dia: “Estou tentando investir nisso, disponibilizar mais informações no blog, locais onde comprar roupas, principalmente com a facilidade da internet”. Dicas como “tal peça veste melhor quando é cortado de determinada maneira, ou tal tecido tem caimento bom…” A busca de Jacqueline é por roupas bonitas e com bom caimento para as mulheres mais gordinhas, que ao contrário do que muitos podem pensar, tem a vaidade e a própria vontade de se vestir de acordo com sua personalidade e estilo.

Tanto no setor de cobrança quanto na moda, o preconceito de gênero nunca foi um problema. Ela até revela que tem planos de dar atenção também ao público masculino no conteúdo do blog: “Mas acaba sendo uma descriminação não colocar uma coisa sobre eles (os homens), né. Então vou colocar algo sim”.

 A segunda conversa foi com a Morvana, que trabalha no setor de desenvolvimento aqui na KingHost. Quem a conhece, não pensa que ela já tenha imaginado outra profissão que não essa, de tanto que a tecnologia e a programação parecem estar no sangue desta mulher que passou do setor de hotelaria para o de TI com um pouquinho só de hesitação: foi a mãe da Morvana que a incentivou a começar um curso de programação – “Ela queria que eu fizesse, mas eu nunca tive muito incentivo, pois nunca vi ninguém mexendo no computador, nada que eu pudesse olhar e dissesse ‘nossa isso é muito bacana’”.

A pergunta mais esperada: qual foi o mercado que Morvana encontrou depois de passar da área da hotelaria para a de tecnologia da informação?

Morvana

“Então, foi bem recente. Muita coisa antiga que o pessoal já tinha referência, eu nem sabia o que era. A única sobrecarga que eu sinto é isso, de estar sempre correndo atrás, que parece que toda aquela carga, mesmo passada, se junta e você precisa estar sempre conhecendo. Mas sinto isso porque sou jovem no mercado, não porque sou mulher.”

 Por mais que o mercado da TI seja majoritariamente dominado pelos homens, Morvana é do tipo de pessoa que não se liga em preconceitos, além de já saber que a maioria de seus colegas seriam homens, ela de fato demonstra ser uma pessoa que entende bem a diferença entre machismo e realidade de mercado:

“Na TI, você acaba escutando coisas que às vezes não gostaria. O homem, no seu jeito em si, costuma ser mais agressivo com as palavras. Se a mulher achar que foi com ela, ou até mesmo um homem que levar para o lado pessoal, isso prejudica muito, pois a pessoa vai ficar insegura, com medo e não vai desempenhar o trabalho muito bem. Mas qual é a profissão que a sensibilidade demais não vai atrapalhar?”

Ela conta ainda sobre a demanda que o mercado da tecnologia tem em relação a mais profissionais mulheres. Por natureza, as mulheres são mais detalhistas: “A mulher vai tomar todo o cuidado pra elaborar um código, pra não voltar pra bugs… Todas essas qualidades ela vai levar”.

Junto com a nova profissão, Morvana também abraçou um projeto que tomou proporções inesperadas e resultados muito legais:

“O nome do projeto é Mobile Brasil Conference. Na época não tinha nenhum evento com esse tema. Até quando eu lancei, saiu um similar. Começou em Porto Alegre, pequeno. No ano passado fui pra São Paulo, pois lá que é o foco das empresas, e esse ano queremos expandir o número de dias, pois foi uma decisão muito boa ter ido pra São Paulo.”

Joselaine

A Joselaine foi a terceira colaboradora com quem conversamos para fechar essa lista. Mais conhecida como Josi, difícil quem ainda não tenha recebido um sorriso dela pelos corredores da empresa. Formada em Relações Públicas, ela trabalha na KingHost há quase 5 anos, e além disso, toca o seu negócio próprio, a Ôba Comunicação Estratégica, além de fazer parte da organização do projeto “Fala Mais RP”. O propósito?

“Já somos listados como um dos top 10 de projetos paralelos em Relações Públicas. E nosso intuito é focar em networking, acreditamos que as RRPP tem que sair um pouco da questão de terninho, de ser mais quadradinho, queremos que as pessoas falem mais o que pensam, façam mais networking, que na verdade, a gente prefere mais a palavra ‘conexão de pessoas’. E nosso foco é eventos, pois já existem muitas palestras e seminários.”

Assim como o mercado de TI é predominantemente masculino, o mercado de Relações Públicas é predominantemente feminino, mas Josi conta um pouco mais sobre o que ela tem visto em eventos, além do próprio “Fala Mais RP”: “Na ouvidoria, já passaram 4 homens, que é um setor predominantemente feminino. E muitos Relações Públicas aqui dentro da Ouvidoria. Mas tenho visto sim, uma movimentação grande do público masculino, quebrando esse paradigma.“

Falando um pouco sobre a relação trabalho – família, a Josi se posicionou de um jeito muito legal: “Acho que a gente não abre mão de nada, a gente faz escolhas. E quem acreditar na gente, segue junto. Mas acho que a mulher sim está tendo mais espaço, está acreditando mais nela, está tendo mais oportunidade, está tendo um posicionamento mais firme, e acreditando mais no que ela quer e também precisa que o homem também possa respeitá-la da mesma forma”.

Ariadne Cercal
Últimos posts por Ariadne Cercal (exibir todos)

Comentários

comentário(s)